Início/Serviços/Rede elétrica profissional
Rede elétrica profissional

Metade das falhas estranhas
é elétrica

Equipamentos que reiniciam sozinhos, discos que corrompem, switches que travam no verão. Antes de trocar o hardware vale medir a instalação: quadro, aterramento, circuitos e autonomia.

O que inclui

Do quadro à autonomia

Quadro dedicado

Quadro exclusivo para os equipamentos de TI, separado do resto do prédio, com disjuntores e DRs dimensionados e circuitos identificados. O ar-condicionado do andar deixa de dividir linha com os servidores.

Aterramento medido

Medição da resistência de aterramento com terrômetro e correção se estiver fora do valor. Um aterramento ruim é a causa silenciosa de falhas intermitentes que ninguém consegue reproduzir.

Circuitos separados

Linhas exclusivas para racks, com tomadas identificadas e balanceamento entre fases. Alguém ligar um aquecedor e derrubar o rack deixa de ser possível.

Nobreaks dimensionados

Cálculo do consumo real e da autonomia necessária, não o que diz a caixa. Inclui desligamento ordenado dos servidores quando a bateria chega ao limite, para que a volta da energia não encontre discos corrompidos.

Qualidade de energia

Registro de tensão, harmônicos e microcortes por vários dias para ver o que acontece de verdade. Eventos de milissegundos não se veem olhando, se veem medindo.

Documentação e diagramas

Unifilar do quadro, identificação de cada circuito e registro das medições. Fica escrito o que alimenta o quê, para a próxima intervenção não ser por tentativa e erro.

Quando faz sentido

Sinais de que vale a pena olhar

  • Os equipamentos reiniciam sozinhos e ninguém acha a causa
  • O nobreak avisa há meses que a bateria precisa ser trocada
  • O rack divide circuito com tomadas de uso geral
  • O aterramento nunca foi medido, ou não há registro disso
  • Depois de cada queda de energia sempre fica algo que não volta sozinho
Perguntas frequentes

Sobre rede elétrica profissional

Isso não é serviço de qualquer eletricista?

A instalação é feita por eletricista habilitado, sim. A diferença está no critério: o que separar, quanta autonomia é necessária, como coordenar o desligamento com os servidores e o que medir para comprovar que ficou certo. Trabalhamos com profissionais habilitados e trazemos esse critério.

De quanta autonomia de nobreak preciso?

Depende do objetivo. Para desligar de forma ordenada, dez ou quinze minutos bastam. Para continuar operando durante as quedas habituais da região, é preciso medir quanto elas duram e dimensionar a partir disso, ou pensar em um gerador.

É preciso desligar a energia para fazer o trabalho?

Para o quadro, sim: há uma janela de desligamento combinada com antecedência, normalmente fora do expediente. O resto do trabalho, medições incluídas, é feito com a instalação funcionando.

Vamos medir antes de trocar hardware

O levantamento elétrico inclui medição de aterramento e registro de qualidade de energia. Muitas vezes a falha atribuída ao servidor estava no quadro.